sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Luz verde ao plano para a requalificação da zona de Pedrouços


O Governo declarou hoje o “interesse público nacional” da área de Pedrouços para a realização da regata de circum-navegação “Volvo Ocean Race” no início do Verão de 2012. Toda a zona vai ser requalificada para receber a importante prova internacional.
“A realização desta regata constitui uma oportunidade para Portugal e para a cidade de Lisboa”, sublinhou, ontem, o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, João Tiago Silveira.
De acordo com o responsável, a regata de circum navegação ?Volvo Ocean Race?, que se realiza de quatro em quatro anos e tem escalas em todo o mundo, terá uma etapa que passará em finais de Maio e princípios de Junho na cidade de Lisboa.
“É uma regata que pode significar um significativo retorno económico de criação de emprego, de investimento pelo número de espectadores nacionais e internacionais que tem”, acrescentou, notando que se trata da “regata mais famosa de circum navegação mundial” que irá promover o turismo no país e tem uma “cobertura mediática mundial”.

“Será também uma oportunidade para requalificar a zona de Pedrouços para permitir a sua utilização em favor do cidadão”

Vou ter mesmo que esperar para ver, mas o mais certo é correrem a Pontapé  o comum cidadão daquela zona que após regata vai ser mais um feudo para condomínios fechados na antiga doca pesca a marina até já está feita para os burgueses.
Vamos todos pagar para depois serem sempre os mesmo a usufruir.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sustentabilidade

A Sustentabilidade de uma profissão a sustentabilidade de um planeta?
Insustentável...

 



                ....  9 Toneladas de Douradas 90 MIL Euros....

Uma manhã com a Polícia Marítima - JN



Link Vídeo
Uma manhã com a Polícia Marítima - JN

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Ruído das actividades humanas, que impacto nos peixes?




A contaminação acústica pode interferir na comunicação das espécies de peixe que emitem sons e impedir que atinjam as zonas de alimentação e reprodução mais favoráveis para além de provocar stress.

Ao contrário do que é comummente pensado, o meio submarino não é um mundo silencioso o que, em parte se deve às actividades humanas, frequentemente ruidosas.

Recentemente, foi publicado um estudo na revista Trends in Ecology and Evolution que faz uma primeira abordagem aos impactos do ruído antropogénico na fauna piscícola alertando para a necessidade da realização de investigações mais detalhadas.
Os investigadores avaliaram os efeitos do ruído produzido por diferentes actividades actividades antropógénicas – o tráfego marinho e as plataformas de exploração de petróleo e gás.

Os cientistas alertam que a contaminação acústica pode desorientar os animais impedindo-os de atingir os melhores locais de alimentação e reprodução. Por outro lado, o stress induzido pelo ruído pode prejudicar o seu crescimento e a sua capacidade de reprodução

Há também que ter em conta que o ruído pode interferir na comunicação dos animais que dependem dos sinais para, por exemplo, atrair parceiros ou dissuadir rivais, explica Hans Slabbekoorn que acrescenta “O ruído provocado pelo Homem pode estar a mascarar importantes sons biológicos e pôr em perigo a sua reprodução e sobrevivência”.

Actualmente conhecem-se 800 espécies de peixes que emitem sons de que são exemplo a perca, o arenque e o bacalhau do Atlântico que, no entanto, apresentam diferentes sensibilidades auditivasApesar das diferenças no que diz respeito às frequências que conseguem ouvir, os cientistas observaram que o desenvolvimento de tanto, o arenque, como o bacalhau e o atum é prejudicado pelo ruído, com os animais a procurarem evitar zonas ruidosas.

Fonte Texto: www.elmundo.es e Naturlink

segunda-feira, 28 de junho de 2010

LPN envia carta a bruxelas


A associação ambientalista apela a Bruxelas para que intervenha no sentido obrigar o governo a travar a destruição dos habitats e espécies resultante das práticas agrícolas intensivas no perímetro de rega do Mira e a reverter os danos causados.

A LPN – Liga para a Protecção da Natureza enviou hoje uma carta e um memorando à Comissão Europeia, denunciando a destruição de habitats e de espécies ameaçadas da fauna em resultado de práticas agrícolas intensivas implementadas na área do perímetro de rega do Mira (PRM).
O Aproveitamento hidroagrícola do Mira abrange cerca de 12.000 hectares dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), correspondendo a cerca de 20% da área terrestre deste Parque.

O estado de conservação da biodiversidade na região tem sido muito degradado desde 2000, sendo a face mais visível desta perda a destruição de muitas dezenas de lagoas temporárias que albergam habitats e espécies protegidos.

A actual proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina vem piorar ainda mais a situação.

Nesta denúncia, a LPN considera que o Ministério do Ambiente e o Ministério da Agricultura são os responsáveis por esta situação, e solicita à Comissão Europeia que tome as medidas necessárias para que o governo português pare e reverta a situação de degradação do estado de conservação dos habitats e das populações de espécies protegidas neste sítio da Rede Natura 2000.

Fonte- Naturlink

terça-feira, 22 de junho de 2010

Vila Nova de Foz Côa - Detidos dois pescadores (Bizarro)



De uma acção de Fiscalização do serviço de protecção da natureza resultou esta bizarra apreensão.


"O Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente de Pinhel deteve, na manhã do dia 20, dois homens que se encontravam a pescar com um número excessivo de canas de pesca.

Os pescadores, com 35 e 51 anos, encontravam-se no lugar de Quinta do Vesúvio, em Vila Nova de Foz Côa, e estavam a utilizar 20 canas de pesca. O material foi apreendido e os indivíduos presentes a tribunal esta manhã. "

Sem comentários :) a imagem que coloquei diz tudo, 20 canas vai lá vai.
Abraço

terça-feira, 8 de junho de 2010

Projecto - Que peixe Comer





Antes de comer o peixe veja online se está a fazer um consumo sustentável

Os portugueses são o terceiro povo que mais come peixe a nível mundial, mas poucos se preocupam em fazer um consumo responsável. Os ambientalistas lançam hoje um site que ajuda quem quer ver preservadas as suas espécies preferidas.
 
"Que peixe comer?" é o nome do site com informações essenciais sobre as 20 espécies de peixes mais consumidas pelos portugueses.

Em www.quepeixecomer.lpn.pt encontram-se "dados simples sobre a biologia da espécie, os métodos como são apanhados e recomendações para fazer um consumo sustentável", explicou à agência Lusa Constança Belchior, da Liga para a Proteção da Natureza (LPN), a propósito do Dia Mundial dos Oceanos, que hoje se assinala.

"Esperamos que as pessoas tenham alguma curiosidade em pensar nos peixes que gostariam de comer e, antes de ir ao supermercado ou ao restaurante, possam ir ver alguma informação sobre o seu peixe e a pesca", disse.

Conhecer a arte de pesca é uma das formas de conseguir escolher entre espécies iguais a melhor opção, já que existem "atos que são mais lesivos para o ambiente e para a população".

Constança Belchior lembrou o caso do peixe espada preto que os pescadores de Sesimbra apanham com anzol, enquanto em França o método é por arrasto.
A comunidade piscatória de Sesimbra "apanha-o com anzóis à superfície ou a meio da coluna de água, é uma pesca muito seletiva", garantiu, reconhecendo que por vezes com esta arte artesanal se apanham, por engano, alguns tubarões pequenos.
Se, na lista das 20 mais apreciadas, existem espécies que não levantam muitos problemas, como o carapau e a sardinha, existem outras que não deixam de preocupar.
Mas dentro da mesma espécie existem populações mais em risco. Por exemplo, o atum "tem mais de cinco espécies e nem todas estão em mau estado", sublinhou.
No entanto, a informação disponibilizada nas bancas dos mercados não permite ainda perceber que espécie é que está a ser vendida. "No supermercado, diz-nos apenas a região de onde vem e não é suficiente, tem de haver uma localização mais específica", defendeu.

"Embora o bacalhau do norte não esteja em muito bom estado, o bacalhau do Canadá está em muito pior estado", referiu a ecologista, lembrando que "depois de uma interdição de pesca de 11 anos conseguiu-se abrir uma parte específica do Canadá após alguns sinais de recuperação de uma espécie".

O mesmo se passa com a pescada: "Há duas populações, a da população do norte e a do sul. A do norte não está numa situação tão preocupante como a do sul, que é apanhada por portugueses e espanhóis".
Constança Belchior considera que "ainda existe muita falta de informação para que o consumidor possa fazer um consumo responsável de peixe".

"O que se passa no mar está muito longe da nossa vista e achamos que por baixo daquela superfície azul existe um mundo riquíssimo", lembrou Constança Belchior.
O site apresenta ainda uma abordagem pedagógica onde se pode ver o efeito da sobrepesca nos oceanos e o que é que os consumidores podem fazer para alterar o panorama.

A construção do site ainda não está terminada, mas a LPN quis lançá-lo agora, na Semana Europeia do Peixe 2010.

Fonte:Lusa
Fonte pic:www.quepeixecomer.lpn.pt




                           VISITE---------- http://www.quepeixecomer.lpn.pt/

Abraço e boas trincadelas....